Posts Tagged ‘ Daniel Goleman ’

Daniel Goleman: Dentro da mente do Dalai Lama

Um interessante vídeo de 5m com Daniel Goleman sobre meditação e o papel da mente no nosso dia-a-dia.

Link para o vídeo

Anúncios

Daniel Goleman – Pesquisas científicas sobre meditação

Daniel Goleman fala sobre as mais recentes pesquisas científicas sobre Meditação, no Garrison Institute.

Daniel Goleman: O que é meditação?

É um sistema de re-treinamento da atenção!

.

.

.

Daniel Goleman – O Cérebro e a Inteligência Emocional: Novas descobertas

Na última década e meia aconteceram um conjunto de novas descobertas que lançaram luz sobre as dinâmicas da inteligência emocional. Neste livro, Daniel Goleman explica o que é que se sabe sobre as bases cerebrais da Inteligência Emocional, em  termos claros e simples.

Este livro aprofundará os nossos conhecimentos sobre Inteligência Emocional e aumentará a nossa capacidade de os utilizar. Aprenderemos ainda as mais recentes descobertas sobre o cérebro que nos explicarão:

– A Grande Questão que está a ser colocada hoje em dia nos círculos académcios: “Existe uma entidade a que possamos apelidar de “Inteligência Emocional” que seja diferente do QI?”

– O radar ético do cérebro

– As dinâmicas neuronais da creatividade

– Os circuitos do cérebro para a persistência e motivação

– Os estados cerebrais que levam a uma performance óptima e como os podermos melhorar

– O cérebro social: harmonia, ressonância e química inter-pessoal

– Cérebro 2.0 : o nosso cérebro e a Internet

– Os diferentes tipos de empatia e as principais diferenças entre géneros

– O lado negro: sociopatia no trabalho

– Lições neurais para o coaching e o desenvolvimento da inteligência emocional

Link Amazon para o e-book

As fundações neurológicas da Inteligência Emocional

  • Entender os sistemas cerebrais envolvidos em: auto-consciência, motivação e recuperação emocional
  • Entender como é que as experiências da infância influenciam a expressão dos genes e o desenvolvimento neuronal
  • O cérebro pode ser treinado para uma vida menos stressante e mais feliz
Os cérebros são sistemas altamente variáveis e que mudam em função da nossa experiência. As neuro-ciências contemplativas provaram já que nós temos o poder de guiar o próprio desenvolvimento do nosso cérebro – para podermos cultivar qualidades como a felicidade e a compaixão. Neste acessível diálogo, Goleman e Davidson explicam a ciência por detrás das nossas emoções. Detalhando os efeitos neurológicos da contemplação, eles mostram-nos como é que podemos activar os nossos cérebros para recuperar do stress e da ansiedade, assim como conquistar os nossos medos. Goleman e Davidson mostram-nos uma nova visão para a educação emocional em qualquer idade.

O espaço entre o impulso e a acção

É muito importante sermos capazes de alargar o espaço que existe entre os nossos impulsos e as nossas acções; e é exactamente isso que a atenção plena (mindfulness) faz.

Esta é uma das grandes vantagens desta prática: ela dá-nos um momento, ou idealmente dois, onde podemos mudar a nossa relação com a nossa experiência, não sermos apanhados nela e levados por impulsos, mas antes vermos que existe uma oportunidade de fazer uma escolha diferente, melhor.

Acho que entendermos os mecanismos neurais básicos envolvidos é uma ajuda preciosa porque nos diz que não temos de simplesmente nos deixar ir, diz-nos que temos uma opção.

Daniel Goleman, “The Brain and Emotional Intelligence: An Interview with Daniel Goleman”

Inteligência Emocional, Daniel Goleman

Daniel Goleman serve-nos de guia numa jornada através da visão científica das emoções de alguns dos mais confusos momentos das nossas próprias vidas e o mundo que nos rodeia. O fim da jornada é compreender o que significa trazer inteligência à emoção, e como fazê-lo: «Em “Ética a Nicómaco”, a investigação filosófica de Aristóteles sobre a virtude, o carácter e a boa vida, o desafio que ele nos faz é gerir a nossa vida emocional com inteligência. As nossas paixões quando bem exercidas têm sabedoria. Guiam o nosso pensamento, os nossos valores, a nossa sobrevivência.

Mas podem facilmente desgovernar-se e fazem-no com frequência. Tal como Aristóteles bem viu, o problema não é a emocionalidade, mas no sentido da emoção e das expressões.

A questão é: como trazer inteligência às nossas emoções, e civismo às nossas ruas e solicitude à nossa vida em comunidade?