Arquivo de Setembro, 2011

Ken Robinson sobre (re)descobrir energia na nossa vida

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Mudança

Enquando Budistas, trabalhamos para aceitar a impermanência e o inevitável desgaste do nosso corpo físico. Mas não é suficiente aceitar tal como um facto; podemos acreditar nele e ainda assim não o aceitarmos genuinamente. Nagarjuna disse: “A mudança torna tudo possível.” É apenas por causa da mudança que o sofrimento pode terminar – e é por causa da mudança que os nossos corpos se degradam, tal como todos os restantes fenómenos compostos. Não podemos ter um sem o outro, mas ainda assim tentamos.

Sallie Tisdale, “Washing Out Emptiness

Daniel Siegel apresenta um modelo do cérebro baseado na nossa mão

Liberdade

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Sempre me perguntei porque é que os pássaros ficam num mesmo sítio, quando poderiam voar para qualquer sítio na Terra…

E depois coloco a mim mesmo a mesma questão.

Harun Yahya

Sakyong Mipham Rinpoche: Corrida e Meditação

Sakyong Mipham Rinpoche discute a sincronia entre mente e corpo no contexto do desporto, da meditação, da respiração e da corrida, falando sobre a relação entre a mente e o corpo e notando que no Ocidente, “mente e corpo têm por vezes sido separados“.

Ele argumenta também que “deveríamos ser capazes de meditar em qualquer lugar” e fala por isso de como aplicar esta ideia à corrida.

Mindfulness e concentração

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Concentração e mindfulness (atenção plena) andam de mãos dadas na meditação. Mindfulness dirige o poder da concentração. Mindfulness é o gestor da operação. A concentração fornecer o poder a partir do qual mindfulness consegue penetrar nos níveis mais profundos da nossa mente. A sua cooperação resulta em sabedoria e entendimento, pelo que ambas devem ser cultivadas de uma forma equilibrada.

Bhante Henepola Gunaratana, “Mindfulness and Concentration

Irritação (Ajahn Brahm)