Trabalhar com os nossos pensamentos

“No que diz respeito à meditação, nenhum pensamento é realmente prioritário: nem aqueles sobre a nossa infância, nem aqueles sobre as nossas relações nem aqueles sobre o grande romance que toda a vida quisemos escrever…

Isto não significa contudo que os pensamentos não aparecerão. De facto, eles poderão aparecer com enorme frequência. Não precisamos de os combater ou sequer de os julgar. Em vez disso, podemos simplesmente escolher não ir “atrás deles”, depois de eles aparecerem…

Quanto mais rapidamente notarmos que estamos a pensar, mas rapidamente poderemos reconhecer a natureza vazia dos nossos pensamentos…”

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